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Nascido na Costa Norte da ilha de Oahu, Havaí, o Guara Army foi inspirado pelas populares bebidas de guaraná no Rio de Janeiro, feitas com a poderosa fruta da Amazônia.

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Keale Lemos - Waimea Bay - Hawaii

Bruno Lemos - Waimea Bay - Hawaii

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Antonio Ricardo - Barra da Tijuca - Rio de Janeito

Bruno e Keale Lemos, pai e filho, são surfistas, fotógrafos e cineastas. Bruno vive no Havai há mais de 30 anos, onde Keale nasceu. Em 2021, abriram o Maluawai Café, conhecido pelo seu açaí autêntico, preparado ao estilo brasileiro. Além disso, oferecem uma variedade de sanduíches, refrigerantes e um guaraná natural, produzido artesanalmente por Bruno na cozinha industrial do restaurante. O guaraná rapidamente se tornou um sucesso, representando 68% das vendas de bebidas no Maluawai. António Ricardo, um surfista, apresentador de TV e empresário, juntou-se à dupla para ajudar a refinar a receita e expandir a produção. Assim nasceu a "Fórmula Havaiana Brasileira", feita com extrato de guaraná natural e sabores naturais, combinados com açúcar de cana demerara orgânico.

História

Estamos comprometidos em oferecer sabores autênticos da Amazônia e do Havaí. Nosso foco é melhorar a receita de guaraná que se originou no Rio de Janeiro e foi aperfeiçoada no Havaí, esforçando-nos constantemente por uma qualidade superior. Estamos sempre à procura de novos ingredientes naturais para melhorar nossos produtos e introduzir novos sabores. Priorizamos a sustentabilidade promovendo a reciclagem e buscando materiais sustentáveis para nos tornarmos mais ecológicos.

Missão

A lenda do guaraná é uma história fascinante e rica que faz parte do folclore indígena brasileiro, especificamente do povo Saterê-Mawé, nativo da região amazónica. Segundo esta lenda, o guaraná nasceu de uma tragédia transformada em presente divino para os humanos. A história conta que numa aldeia indígena, nasceu um menino, muito querido, uma bênção do deus Tupã. Este menino era especial e amado por todos na tribo. No entanto, a felicidade do povo despertou a inveja e a maldade de Jurupari, o deus da escuridão. Num ato de pura maldade, Jurupari transformou-se numa serpente e tirou a vida do querido menino. Os pais devastados suplicaram aos deuses que lhes devolvessem o filho de alguma maneira. Comovido pela dor dos pais, Tupã desceu à Terra e ordenou-lhes que plantassem os olhos do menino. Do solo onde os olhos foram enterrados, brotou uma planta nunca antes vista, a planta do guaraná, que dava frutos com sementes que se assemelhavam aos olhos do menino: o guaraná. Os frutos da

planta do guaraná tinham propriedades revitalizantes e energizantes, e a tribo começou a consumi-los, sentindo-se abençoada e protegida pelo menino que tinham perdido. Assim, o guaraná tornou-se um símbolo de vida e energia, perpetuando a memória do menino entre o seu povo. Esta lenda não só explica a origem mitológica do guaraná para os povos indígenas, mas também ilustra a profunda ligação que têm com a natureza, vendo nela a presença e as bênçãos dos deuses. O guaraná, agora conhecido e consumido em todo o mundo, carrega dentro de si esta história mágica e sagrada, sendo um dos tesouros culturais e naturais do Brasil.

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